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quarta-feira, 22 de outubro de 2014

Cardápio 22/10/2014 e update na manhã seguinte

Hoje o dia também é conturbado, tenho 5 aulas, mas tenho reunião à noite também e como estou um pouco atrasada com as correções, vou ficar a tarde toda no colégio.
O legal da quarta-feira é que tem uma feirinha de produtos orgânicos dentro da escola e eu aproveito pra comer umas frutinhas boas... :-)
Bom, no fim do dia eu pretendo voltar e contar como foi de verdade

update 23/10: o dia foi BEEEEEM diferente do esperado... e a alimentação sofreu bastante com isso, eu ainda tenho pontos extras, mas já que estou aqui pra ser honesta, vamos aos fatos:

Cardápio:

Café da manhã
Suco Verde (200ml de água de côco + 2 folhas de couve + 1 pera + 1/2 limão + um pedaço de gengibre) = 2pp
1 ovo cozido = 2pp
Total = 4pp

Lanche da manhã
1 iogurte desnatado Nestlè = 1pp
1 pera = 0pp
1 pedaço pequeno de bolo de fubá = 3pp
Total = 3pp

Almoço (vou almoçar em um restaurante perto da escola, mas é o que pretendo comer):
salada = 0pp
filé de frango = 4pp
1/2 xíc arroz integral = 3pp
1/2 xíc de feijão = 2pp
legumes = 0pp
gelatina = 0pp
Total = 9pp

Lanche da tarde 1
2 frutas = 0pp
1 pacote de cookies de chocolate, avelã e aveia = 4pp

Lanche da tarde 2
4 bolachas maizena = 2pp
1 fruta = 0pp
chá = 0pp
Total = 2pp

Jantar
2 massas de pizza de frigideira = 4pp
1/2 lata de atum ralado light = 2pp
2 fatias de presunto sem gordura = 1pp
2 fatias de queijo = 3pp
1 shawarma = 12pp
1 cerveja (600ml) 10pp
Total = 22pp


Total do dia = 42pp (!!!!!)
Quantidade de ProPontos extras = 16pp
Quantidade de ProPontos extras restantes = 31pp

quarta-feira, 14 de maio de 2014

O que tem pra hoje?





Vocês conhecem a Carol Buffara ou @carolbuffara **?

Ela tem uma coluna na Revista Glamour e, na edição de Abril ela escreveu uma coluna falando de opções melhores nos restaurantes (agora acabaram as matérias da revista... até fim de Junho, pelo menos - que é quando pegarei avião de novo, haha)

O que tem pra hoje?Jaca que não é, minha filha! Até no mais tentador dos restôs, Carol sabe manter um menu magrinho, magrinho... Aprenda com ela a jantar fora e deixar a desculpa em casa.

No mexicanoVai que é tua - sinal verde para fajitas, carnes grelhadas e mix de legumes supertemperados. Sinal amarelo - traduzindo: coma, mas não se entregue 100% - para burritos e guacamole. E ó: por incrível que pareça, uma dose de tequila não configura pecado mortal (50ml tem 110 calorias e, como é forte, você nem bebe tanto).
Vade-retro - Nachos e tacos só com muita moderação, porque são puro carboidrato e não saciam nada - alô, larica!

No japonêsVai que é tua -  sashimis - seus bff's; sushis = amigos pero no mucho. Coma no máximo quatro unidades dos rolinhos de arroz, porque eles são calóricos e têm alto índice glicêmico - ou seja, viram gordura num pulo! Temaki é um só e ponto.
Vade-retro - Fuja dos rodízios e resista ao hot roll, ao tempurá e ao saquê (vá lá, uma dosezinha não mata ninguém...) E sim, vale a pena trocar o shoyo normal pelo light, que tem 25% menos de sódio e, portanto, faz você inchar menos.
Na pizzariaVai que é tua - Se sua força de vontade for do nível guerreira-armada-e-poderosa, troque a pizza pelo bufê de antepastos e coma legumes à vontade. Senão, opte por pizzas de massa fina com recheio de legumes (o sucesso atende por tomate, abobrinha, palmito e champignon).
Vade-retro - a regra é: quanto mais queijo e mais molho com creme de leite, mais gorditcha é a pizza. E aquele (delicioso) pão de calabresa do aperitivo é uma boma de gordura - sorry!
No árabeVai que é tua - duas ótimas pedidas: salada fatuche (que leva pão sírio crocante, zátar, semestes de romã, pepino e folhas verdes) e kebab (espetos que misturam pedaços de carne e de vegetais assados ou grelhados).
Vade-retro - Quibe frito, esfiha e pães em geral são mara, a gente sabe, mas não fazem verão na dieta. Se a tentação falar mais alto, prefira o quibe cru e as esfihas de espinafre, que são mais magrinhas que as de carne e ricota, tá?

** às 8h da manhã, você acordando, ela já correu na areia fofa e fez musculação!
*** eu, Rafaela, acordo às 5h30, mas não faço tudo isso antes de estar no trabalho, às 7h, hehe

é claro que muita coisa não é novidade... na verdade, nada de dieta é novidade pra quem luta com isso sempre, mas é bom ler, pra ver se uma hora entra na cabeça, hehe

quarta-feira, 30 de abril de 2014

As dietas glúten e lactose free subiram à sua cabeça?

Fonte: http://zeroglutenzerolactose.com.br/


Como comentei nesse post aqui eu tenho mania de comprar uma "revista de menina" no aeroporto (em outros momentos não dá tempo de ler, hehe).

Essa matéria foi a causa de comprar a revista, porque eu tenho escutado muita gente falando a respeito. Claro que não vou copiar a matéria toda (girl's gotta work), mas só a introdução já é bacana (lembrando, a matéria é da Revista Glamour e todos os direitos da revista devem ser preservados através da citação da fonte)

"Antes, bastava ser light. Hoje, precisa ser light e... tchan, tchan, tchan, rufem os tambores... sem glúten e sem lactose! Você sabe disso porque segue as musas no fitness no Insta, oras. E elas secaram horrores depois de cortar esses "vilões" da dieta. Daí você ficou com a sensação de que não hpa vida saudável com glúten e lactose. Será?! (...)

a matéria segue com alguns índices de quantas pessoas precisariam de fato cortar ou não essa enzima (lactase) ou essa proteína (glúten)...
encerra-se da seguinte forma:

E se eu cortar sem de fato precisar?
Vai ser um sacrifício em vão, amiga. Se você se sente cheia e/ou inchada depois de ingerir glúten ou lactose, a estratégia da atriz Juliana Knust pode funcionar melhor. Ela não tem doença ou intolerância, mas sente que sempre que ingere glúten vem aquele desconfortozinho. Resolveu eliminar a proteína da dieta por 30 dias. Resultado? Ficou mais leve e disposta. "Depois adotei de vez uma eliminação equilibrada: a maioria das minhas refeições não contém glúten nem lactose, mas como pão quentinho sempre que dá vontade. Assim me sinto melhor sem radicalizar."
Não radicalizar é a mensagem que fica desta matéria, glamourosas. "(...) Não há sentido em criar uma restrição que também é social, uma sensação de doença em pessoas saudáveis. Isso só gera culpa", diz Isabela Brussade (endocrinologista). Outro perigo é não fazer as substituições alimentares corretas e deixar o organismo carente de nutrientes. "Em vez de emagrecer, você pode ficar doente e bagunçar seu metabolismo." É um risco que definitivamente não vale a pena, combinado?